terça-feira, 18 de outubro de 2011

Era só isso ministro?

         Segunda feira,  17 de  outubro o ministro Orlando silva  reúne a imprensa para  uma entrevista coletiva, visando  explicar-se  acerca  das  denúncias  de estripulias  com  o dinheiro  público. Para começar, o ministro chegou com quarenta  minutos de atraso, o que indica no mínimo  um ensaio de  ultima hora para  enfrentar o pessoal dos microfones.
          Falou, falou, e não esclareceu  bulhufas, começou usando dados, estatísticas, parcerias, incentivos a prática de  esportes nas escolas e tudo mais .Em vez de esclarecer de fato nossas dúvidas o ministro atacou as fontes das denúncias taxando de marginal, desclassificado e outros termos amigáveis o denunciante.
          Mas, a certa altura da entrevista, o ministro admitiu que sabia de algumas irregularidades no processo licitatório que recrutava  parceiros  para o segundo  tempo, e que imediatamente  mudou a forma de contratação visando eliminar qualquer possível  foco de  corrupção.
           O projeto segundo tempo, existe desde os tempos do ministro Queiroz, quer dizer ,são  irregularidades antigas, e que já deram um belo prejuízo aos cofres públicos,o que  nos faz  pensar se já não é tarde demais para investigações, partindo do princípio de que estas irregularidades foram descobertas em 2009, e o ministro só as tornou públicas agora em 2011, eu chego a me perguntar, e se estas denúncias não tivessem sido feitas o ministro teria falado sobre os problemas no segundo tempo.
            O ministro Orlando garantiu que não contratará mais nenhuma ONG depois desse problema (depois que o estrago foi feito), e que o antigo ministro agiu de boa fé e foi enganado. Bem, pelo menos o ministro tentou  explicar-se(ao contrário dos Requiões que até agridem a imprensa).
            Enquanto isso a presidente Dilma estava na África do sul, se ela avaliar o legado que a copa deixou para o país de  Mandela(um monte de elefantes brancos), ela desiste da copa.
            Não se  preocupem, isso não vai acontecer.


                                                                          Róger  Maciel
     
         

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